ex-Cultura-S

December 06 2016
Fitting-15123444_10154013708080849_532986161257431709_o

Residência Musical Zona Lamm

November 09 2016
Fitting-14753832_182895432154230_7090349087288556500_o
A Zona LAMM - Laboratório de Artes Musicais para Mulheres abre a casa para trocas e apresentações de trabalhos das artistas residentes, colaboradoras e artistas de Belo Horizonte. 

Oficinas, rodas de conversa, shows, discotecagens, performances, sessão de cinema, feiras, exposição e outras atividades abertas acontecerão ao longo do laboratório de criação. Além disso, uma butequinha delícia, com comidas feitas por coletivas convidadas e uma cervejinha gelada.

=> Programação #Semana3
*** 09/Novembro I Quarta I 19h30 ***
// Coletiva Malva - Mostra de Cinema Feminista
- Três vezes Maria I Márcia Lohss I Natal-RN 
- Menina I Amanda Duarte e Maysa Santos I Maceió-AL 
- Entre nós I Patricia Guedes I Goiânia-GO 
- O dia que ele decidiu sair de casa I Thamires Vieira I Salvador-BA 
- Meio fio I Denise Vieira I Ceilândia-DF
- A boneca e o silêncio I Carol Rodrigues I São Paulo-SP 
- Vá como se seu namorado não fosse gostar I Iasmin Alvarez I Santos-SP 
- A Batalha das Colheres I Fabiana Leite e Juliana Leite I Lapinha da Serra-MG 

*** 10/Novembro I Quinta I 20h ***
// "GUERRILHA - experimento para tempos sombrios"
Criação, atuação e idealização: Idylla Silmarovi I Direção: Raquel Castro I Direção Musical: Claudia Manzo
Entrada: r$ 10
Lotação: 50 pessoas
Indicação etária: 16 anos
Mais infos: Guerrilha - experimento para tempos sombrios

*** 11/Novembro I Sexta I 22h *** 
Zona LAMM - lançamento do EP!
Festa de encerramento da residência e show de lançamento do EP Zona LAMM
>> no BAIXO Centro Cultural
Entrada: r$ 10

=> Programação #Semana2
*** 05/Novembro I Sábado I 18h ***
// Roda de conversa: A cena do Hip Hop feminista
Mediação: Polly Honorato
Convidadas: Leticia Prr, Paige Willians, Pat Manoese, Zi Reis

// Freestyle
MCs: Bárbara Sweet e Paige Willians + Poesias da Zi Reis + DJ Pat Manoese + Residentes Zona LAMM: Claudia Manzo I Diana Restrepo I Jenn del Tambó I Naiara Armendáriz I Nath Rodrigues I Orito Cantora

=> Programação #Semana1
28/Outubro I Sexta I 19h 
** Show com as residentes:
Claudia Manzo (Belo Horizonte I Brasil) 
Déa Trancoso (Belo Horizonte I Brasil) 
Diana Restrepo (Bogotá I Colômbia) 
Jenn del Tambó (Barranquilla I Colômbia)
Naiara Armendáriz (La Plata I Argentina)
Nath Rodrigues (Belo Horizonte I Brasil)
Orito Cantora (Barranquilla I Colômbia)
** DJ Ritinha (Rita Boechat)

29/Outubro I Sábado I 15h 
** Feira de Publicações
** Laboratório de Palavra e Som + Jam-Sarau - 16h
com Diana Restrepo (Colômbia) e Nívea Sabino (BH/Brasil)
** DJ Shaitemi Muganga (Nina Caetano) + DJota (Joyce Malta)
** Teremos bar aberto e as comidas nesse final de semana serão preparadas pelo Suspirin Feminista. 

// Oficinas
Informações e inscrições: http://bit.ly/2esa8OQ

TÉCNICA DE ÁUDIO
29 de outubro, sábado - 11h às 14h
com Flora Guerra (Belo Horizonte I Brasil)

LABORATÓRIO DE PALAVRA E SOM
29/outubro, sábado - 15h
com Diana Restrepo (Bogotá I Colômbia) e Nívea Sabino (Belo Horizonte I Brasil)

CANTOS TRADICIONAIS ARGENTINOS E MÚSICAS DOS POVOS ORIGINÁRIOS
31/outubro e 01/novembro, segunda e terça - 19h às 21h30
com Naiara Armendáriz (La Plata I Argentina)

TAMBORES E CANTOS TRADICIONAIS DA COSTA CARIBE DA COLÔMBIA
05 e 06/novembro, sábado e domingo - 10h às 13h e 14h às 17h
com Jenn del Tambó e Orito Cantora (Barranquilla I Colômbia)

// facebook.com/zonalamm I zonalamm.wordpress.com

// As residentes: http://bit.ly/2eePikM

// A equipa: http://bit.ly/2e4pgUT


Zona LAMM - Laboratório de Artes Musicais para Mulheres é realizada por uma equipe de mulheres, numa parceria entre a Embaixada Cultural e a Oficina de Imagens, com patrocínio do Fundo Ibermúsicas para residências artísticas.

Quase-Pornô

June 22 2016
Fitting-13320722_580708888773967_7749339932217936640_o
A exposição quase-pornô propõe pensar o erotismo enquanto experiência que está além da sexualidade, em que subjaz, entre outros, um sentimento profundo de transgressão de interditos culturais. O erotismo no sentido batailleano, como experiência que nega os limites do possível, experiência que nega os valores existentes criando uma ruptura com o ordinário e estabelecendo-se como diferença.
Compreender como, para além e com o sensível, a experiência do erótico promove uma cisão no mundo estabelecido, negando as formas autoritárias do conhecimento. Em outras palavras, a passagem do habitual ao erótico implica o rompimento do equilíbrio da ordem e dos limites impostos pela razão e seus interditos epistêmicos.

Artistas convidados

Adriel Visotto
André Araujo
Augusto Fonseca
Bruna Olira
Carolina Mazzini
Carolita Cunha
Clarice Stenmuller
Coletivo Culundria Armada
Domingos Mazzilli
Eduardo Resende
Fernando Cardoso
Henrique Detomi
Lucas Ero
Marta Neves
Moisés Sena
Noemi Assumpção 
Olívia Viana 
Randolpho Lamonier
Rodrigo Mogiz
*Aimberê Cesar - videos em homenagem a Márcia X 

Mesa Redonda - 17:00h.
Para compartilhar e discutir o tema da exposição "quase-pornô" e compor a programação de abertura,teremos um encontro com os convidados: Victor Arruda (RJ), Olga Valeska Soares (CEFET-MG), Verlaine Freitas (UFMG) e André Borges Meyerewicz (mediador da mesa). 

Produção e organização 
Leandro Lança 
Mamutte 
Marci Silva

Transgressões na memória

February 16 2016
Fitting-12485828_1213328162015281_8793845438527523555_o
A Galeria de Arte Mama/Cadela inaugura no dia 23 de janeiro a exposição “Transgressões na Memória”, do Grupo GR – O Grande Livro de Artistas. 

Com obras em variadas linguagens e técnicas, os doze artistas que formam o grupo buscaram, em sua escrita interior, as razões ligadas à memória para transgredir e violar padrões. O resultado é um conjunto de pinturas, desenhos, instalações, peças em cerâmica e outras obras distribuídas em cinco salas, sugerindo uma leitura sobre o aspecto não linear dos registros e das memórias.

Entre as obras expostas estão os trabalhos de Maria Ignez Biagioni, com o desenho sobre toolbox; as telas em preto e branco baseadas em fotografias de varais de Anésia Nascimento; a série de pinturas “Quarador de Estrelas”, de Cristina Machado; o desenho escultórico de Diana Murta, feito com costuras e bordados sobre panos e peças de roupa; e as cerâmicas de Anahata e Ttê. Além destas obras, estão incluídos também os trabalhos de Deise Oliveira com fotografias e aquarelas, Goretti Gomide com grande painel de desenho, Clarete Santos com pinturas e Fred Mendes com uma técnica mista onde dialoga com pintura, colagens e desenho. 

A principal peça da exposição é o Grande Rolo, um enorme carretel de madeira no qual se enrolam imagens impressas em pano, que retratam e representam as produções e pensamentos que os artistas desenvolvem juntos, enquanto grupo, desde 2013. Esta peça estará em exposição na primeira das quatro salas que compõem a mostra, dando o tom do sentido daquilo que une os diferentes artistas do Grupo GR.

A artista Sonia Assis, que trabalha com desenhos sobre papel e instalações, explica que o importante nos usos propostos da arte contemporânea é que a linguagem facilite a expressão daquilo que o artista pretende. “A transgressão da memória é trabalhar com aquilo que é residual em mim. O resultado é uma exposição que foge do óbvio, uma série de trabalhos que vivem um passado no presente e um presente que exala o futuro”, explica.

Entre as lembranças que constroem os trabalhos estão memórias de família, de pesquisas, do som da terra e de viagens, passando por objetos do cotidiano, como caçambas, roupas e varais. A exposição “Transgressões na Memória” fica disponível na Galeria de Arte Mama Cadela até o dia 23 de fevereiro. 

Afluente

February 15 2016
Fitting-12346409_508466312664892_4298649853695024647_n
GALERIA DE ARTE MAMA/CADELA E AM GALERIA INAUGURAM UMA PARCERIA COM A COLETIVA “AFLUENTE”, ARTISTAS DE DIFERENTES GERAÇÕES ABORDAM O FAZER ARTÍSTICO, TEMAS FAMILIARES E QUESTÕES POLÍTICAS 

“De qual obra de arte você se considera um afluente?” Esta pergunta foi feita a artistas mineiros de diferentes gerações e o resultado estará na coletiva Afluente, uma parceria da galeria Mama/Cadela e da AM Galeria, a partir deste sábado (12). 

Bruno Cançado, Bruno Duque, Eduardo Fonseca, Gustavo Maia, Leonora Weissmann e Sylvia Amélia juntaram-se aos convidados Cristiano Rennó, José Bento, Patrícia Leite e os artistas do coletivo Selvagens Nocivos - Marilá Dardot, Rodrigo Matheus e Sara Ramo.

A proposta da mostra partiu da curadora Emmanuelle Grossi. “Os artistas tiveram liberdade para propor obras que achassem pertinente mostrar, que se relacionassem com o tema e com o momento atual. No geral são proposições que abordam o fazer da arte, a política e a família”, explica. As peças passam por diferentes suportes artísticos, como pintura, instalação, vídeo, escultura, pintura mural, fotografia e recortes colagem. 

Cristiano Rennó apresenta uma grande instalação interativa, chamada "Polimorfo"; 

a pintora Patrícia Leite aborda questões ligadas à natureza e ao desastre do Rio Doce, em obra feita especialmente para a exposição; 

O coletivo "Selvagens Nocivos" traz um vídeo de 2003, que continua atual. No filme "A cada dia", feito com câmeras de segurança, uma reflexão sobre a natureza do trabalho artístico por meio de frases com antigos escritos didáticos. 

Afluente trabalha a questão do próprio fazer do artista, suas referências, sua temática. Sylvia Amélia expõe uma série inédita de recortes em preto e branco, que explora o processo de escritura na utilização da tesoura como ferramenta de escrita. 

Gustavo Maia também trabalha uma instalação feita a partir de vestígios de restos e outras pinturas. Eduardo Fonseca, mais uma vez, explora questões relativas ao desastre ambiental em um grande mural, com a política mergulhada na lama.

A exposição fica aberta à visitação na Galeria Mama/Cadela até o dia 16 de janeiro. Esta é a primeira vez que a parceria acontece entre galerias da capital mineira. A iniciativa vai continuar em 2016, propondo encontros entre artistas de diferentes gerações, além de proporcionar um trabalho de interlocução com a jovem produção mineira.

entre a casa e o acaso

November 24 2015
Fitting-12265814_502650063246517_3716946292905575774_o
entre a casa e o acaso

  “Todo o ser da casa se desdobraria, fiel ao nosso ser. Empurraríamos com o mesmo gesto a porta que range, iríamos sem luz ao sótão distante. O menor dos trincos ficou em nossas mãos.”¹

(Gaston Bachelard, a poética do espaço)
 

O pitoresco da casa morada e o caos da casa urbana, amb s os lugares nos projetam como moradores do espaço dentro e do espaço fora. Na experiência de habitar não é possível falar apenas da intimidade de um quarto, ou da cozinha, ou apenas da rotina de uma intimidade guardada, mas há uma projeção de desvelamento no sujeito que o direciona a olhar para o que está do lado de fora. A casa urbana é também o lugar de afeto.

Entre um espaço  e outro. Entre a janela da sala de jantar e a porta do comércio local. Entre o
jardim e a avenida.  Entre dois artistas, duas linhas, dois pontos de memórias e traços. Entre o tempo de  Chronus  e o tempo de Kairós, os meios, as palavras, os intervalos, as vírgulas e as reticências. Estamos entre o caos e o cosmos.

De um lado, fica evidenciado o erro, o gesto sem correção e as camadas de tinta como forma de histórico do que aconteceu durante o processo de criação. Tal qual um prédio tosco ao lado de uma casa nova; ambos ganham destaque. As possibilidades geradas entre o confronto de letras empregadas pelas formas de comunicação e elementos que regem o desenvolvimento das pinturas do artista, assim como na cidade, o erro, o recorte do discurso e o confronto de ideias estão sempre presentes.
  
De outro Lado, a paisagem urbana pensada através da fotografia de objetos e utensílios de comércios da cidade, presentes emvvitrines e  prateleiras das lojas, ganham significado impar para entender uma especie de caos. Imagens que são atravessadas por um incômodo gerado por acúmulos e desordens. Essa paisagem fragmentada e caótica desperta no artista o desejo de reorganizar o espaço,
costurando uma poética de cores e leveza para compor uma novo cenário dentro da pintura.

São esses intervalos atemporais que conectam as obras de Luiz Eduardo Lemos e Gilson Rodrigues gerando esse encontro de linguagens dentro da mesma casa e possibilita apresentar ao público a exposição entre a casa e o acaso.

A casa  é o micro universo do artista e ao mesmo tempo o lugar comum para o encontro entre obra e público.

Marci Silva
Curadoria

Sobre os Artistas

Luiz Eduardo Lemos é mineiro de Belo Horizonte. Graduado no curso de Belas Artes pela escola de Belas Artes da UFMG em 2012. Dedica-se ao estudo da pintura desde 2007 e se interessa pelos desdobramentos do uso da letra como imagem e de suas possibilidades na pintura contemporânea. Realizou exposição individual “Memória estrutural na galeria Nello Nuno, FAOP em 2013 e “Sobre palavras e silêncios” no BDMG Cultural em 2013. Exposições coletivas no espaço Casa Camelo, Centro Cultural UFMG em 2012 e 2013, Arcellor Mithal, 2012 e Biblioteca da UFMG em 2011. Obra premiada “Três Palavras em Pintura”.

Gilson Rodrigues nasceu em 1987 em Contagem/MG. Graduado em licenciatura em artes visuais pela Universidade  Estadual de Minas Gerais. Bacharel em pintura pela Escola de Belas Artes da UFMG. Em seu trabalho, se interessa por desenho, pintura, objetos, design, arquitetura, jardins e livros.   Participou do programa de residência do Centro Cultural da UFMG/2014-2015 e foi recentemente premiado pela 26ª Mostra de arte da juventude Sesc/Ribeirão Preto. Selecionado para exposição individual na galeria de arte da Copasa e espaço BDMG Cultural (exposição prevista para fevereiro de 2016) além de ter participado de diversas exposições coletivas em Belo Horizonte. 

“Pássaros que vivem avoando, vivem avoando sem nunca mais parar”

August 06 2015
Fitting-conviteweb3
“Pássaros que vivem avoando, vivem avoando sem nunca mais parar” é o nome da  exposição que será realizada pelo Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário, serviço de Saúde Mental do SUS Belo Horizonte, na galeria de arte Mama/Cadela de 15 de agosto à 10 de setembro. 
A exposição traz para o público a possibilidade de explorar um território de encontros do fazer artístico experimental, lúdico, coletivo e político. Dar corpo ao que é pulsão é fazer do exercício cotidiano, do lugar da arte, uma construção de liberdade. Nesse cenário, os trabalhos desenvolvidos carregam a pintura-escrita da vida, de onde não se pode permanecer sem ‘avoar’.
Na mostra, serão utilizadas várias linguagens artísticas;  pinturas, desenhos, aquarelas, gravuras, colagens, lambe-lambe, textos, cerâmicas e objetos desenvolvidos pelos artistas usuários do serviço nas oficinas de Artes Plásticas, Letras e Cerâmica, além de vídeos desenvolvidos pelas artistas Renata Corrêa, Ana Pedrosa e Maíra Paiva em parceria com os usuários das oficinas de Teatro, Artes Plásticas e Letras. A exposição conta com aproximadamente 350 trabalhos desenvolvidos em 2014 e 2015. 

Expositores

Rogério Sena, Amaral, Lívio Fernando, Beatriz Perrela, Carlos Alberto, João Alexandre, Geraldo Vieira, Otoniel Andrade, Juliano Silva, Airton Meirelles, Edmundo Veloso, Cláudio Márcio, Jerry Antônio, Frederico Eymard, Antônio Eustáquio, Antônio Carlos, Bruno Cleto, Jessé Herói, José Pereira, Vânia Lúcia, Miguel Pires, Elon Rabin, Marcos Morel, Wellington Dias, Nilsa, Osvana Rodrigues, Fernando Gomes, Rafael dos Santos, Jorge da Fonseca, Maria da Conceição Alves, Derlinque Antônio, Cássio, Clarita Nunes, Davi Nascimento, Lucília Gontijo, Gabriel Lopes, Romney Marcelo, Paulo, Karina Ferreira, Bolivar Alves, Fátima Pereira, Amaro Pereira, Rosinha, Nilton Santos, Raquel Marques, Regina Camargos Silva, Laura Barbosa e Virgílio (in memoriam).

Apresentações de abertura 

Para a abertura no dia 15 de agosto a partir das 15h, a mostra conta com apresentação musical  dos usuários; roda de samba e Rock do Rosário, coordenada por Diego Hemétrio; pocket shows; performance de Edmundo Veloso Bidûffer Barraba Caetano Kondzoká e Ludmila Kondziolková; lançamento do ato-revista A Língua do Bispo; feira de cerâmica; exibição de vídeos e baile de Black Music no encerramento. 

Curadoria: Ana Pedrosa, Maíra Paiva e Nazareth Melo
Produção geral: Karen Zacché e equipe do Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário / Gustavo Maia, Marci Silva – Galeria Mama/Cadela.

Neve Visual

July 22 2015
Fitting-11731699_463443803833810_8995970489870474522_o
PERFORMANCE / PALESTRA: OPTICAL SNOW (NEVE VISUAL) ou ARTE E MERCADO NA POLONIA DOS ANOS 1990 E 2000

22 de julho (quarta), a partir das 18h

O artista-pesquisador Krzy Gutfranski faz uma apresentação visual sobre o estabelecimento do mercado da arte na Polônia ao longo dos anos 1990 e 2000, com a chegada do sistema capitalista. A apresentação também inclui uma sessão comentada de “Mistérios do Organismo” (1971), longa-metragem produzido na Iugoslávia durante a era soviética.

Líquen Residência

July 13 2015
Fitting-10984075_452625888248935_4997570560481694323_n
Líquen é um projeto de micro-residência em artes vivas realizado em parceria entre artistas da performance, fotografia e vídeo de Belo Horizonte e a Galeria Mama/Cadela. A primeira edição acontece entre os dias 6 e 11 de julho. Os artistas ocuparão a galeria amolecendo concretos e criando pontes com a rua. A galeria permanece aberta durante todo o processo. A todo e qualquer momento a ação acontece e no sábado (11/07) o público será novamente convidado a compartilhar daquilo que os artistas estiverem propondo que não possui formato pré-definido

Exposição

May 17 2015
Fitting-web
GALERIA MAMA CADELA INAUGURA EXPOSIÇÃO TRAHERE, DO ARTISTA MINEIRO BRUNO DUQUE, DIA 22 DE MAIO. OBRAS QUE CONJUGAM FOTOGRAFIA, VÍDEO E PINTURA
EXIBEM A OBRAS DE ARTE ABSTRATA EM DECOMPOSIÇÃO.
         
Trahere, do latim, “puxar”,foi o título escolhido pelo artista multimídia Bruno Duque, para a sua exposição individual, que será inaugurada na galeria Mama/Cadela, no dia 22 de maio. Nas séries apresentadas, Bruno se apropria de pinturas abstratas consagradas, e deriva de cada uma delas uma nova abstração. Para alcançar os resultados, o artista utiliza três mídias diferentes: pintura, fotografia e vídeo. O resultado são 14 obras que impõem uma reflexão sobre o lugar que a arte abstrata reivindica no imaginário da história da arte.               

O título da mostra evoca sua ideia central:um exercício de abstração sobre obras icônicas. Surgido no início do século XX, o Abstracionismo é uma corrente que propõe o afastamento de todas as referências do mundo exterior, para criar uma obra que não representa nada além dela mesma. Porém graças a ampla exposição possibilitada por suas fotografias, estas pinturas passam a se relacionar com inúmeras referências exteriores.                

O material produzido nesta série tem raízes nas pesquisas que vem desenvolvendo, há cerca de nove anos, sobre as relações entre pintura e fotografia. Sobre o processo de decomposição, foco central desta mostra, Bruno afirma que “apagar a pintura não diminui sua existência; ao contrário,enriquece seu imaginário,agrega-lhe uma nova etapa”.A referência artística mais destacada para a concepção da série é a obra “desenho apagado de De Kooning”, do artista americano Robert Rauschenberg.    

Sobre o artista                 

Natural de Belo Horizonte, Bruno Duque desenvolve, desde 2005, uma pesquisa poética sobre as relações entre imagem concreta e imagem virtual atualizada. A partir da qual, direcionou sua pesquisa para a percepção da reprodução digital da pintura. Idealizador e coordenador do Coletivo Diametral, criado em fevereiro de 2014. Atualmente, cursa o Mestrado em Arte e Tecnologia na IDA/UnB, com a pesquisa "Produções artísticas baseadas em mecanismos de videoconferência”. Vem participando de diversos salões e mostras no Brasil, Espanha, México, Argentina e Portugal.